Bulímia
Doença na qual o indivíduo exagera na ingestão de alimentos, e tem episódios regulares em que come alimentos em excesso, e sente perda de controle.
Dessa forma a pessoa afectada usa vários métodos como vómitos ou abuso de laxantes, que impedem o ganho de peso.
Causas:
Este distúrbio é mais comum em mulheres jovens e em mulheres adultas. Por norma a pessoa afectada tem consciência que a sua alimentação é desregulada e excessiva tornando-se patológica podendo sentir-se culpada.
A causa exacta da Bulímia é desconhecida. Factores genéticos, psicológicos, traumáticos, familiares, sociais podem contribuir para o seu desenvolvimento.
Exames:
O exame dentário através das gengivites e desgaste de esmalte;
Vasos sanguíneos rompidos nos olhos( esforço para vomitar);
Boca seca;
Aparência em forma de bolsa nos cantos da boca devido às glândulas salivares inchadas;
Erupções e espinhas.
Sintomas:
Fazer exercício de forma compulsiva;
Descartar embalagens de laxantes, comprimidos para perda de peso, hemáticos (medicamentos que provocam o vómito) ou diuréticos;
Ir ao WC sempre depois das refeições.
Tratamentos:
Pessoas com Bulímia raramente vão aos hospitais excepto:
Quando os ciclos de comportamento bulímico levam à anorexia;
Quando forem necessários medicamentos para evitar vomitar;
Quando apresentarem depressão profunda.
Com mais frequência, uma abordagem gradual respectiva ao grau de gravidade presente nos bulímicos como por exemplo:
- Grupos de apoio podem ser úteis para pacientes em condições estáveis, que não têm nenhum problema de saúde;
- A terapia cognitivo-comportamental (TCC) e a terapia nutricional são os melhores tratamentos para bulímicos que não respondem a grupos de apoio;
- Antidepressivos designados por recaptadores da serotonina. Uma combinação de terapia cognitivo-comportamental com os antidepressivos pode ser muito eficaz.
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